01 maio, 2009

Confissão da Pista de Dança

Faz muito tempo que eu ando abandonando o blog aqui né? mas isso é basicamente pq eu não to mais recebendo os comentários que eu recebia antes... poxa, deixaram meu blog de lado? :/ hehe, sem dramas, sem dramas, eu vou a partir de hoje eu vou voltar a levar o blog a sério mesmo. até pq tem uma galera que realmente lê né? então vou levar a sério, sim.
Bom, essa semana, sem críticas, sem xingamentos... eu to esperando pra ver Wolverine, espero que o filme seja tão bom quanto eu espero que seja.  enquanto isso,  eu boto um texto que vcs lerão em primeira mão e que a partir de 20 de maio, data em que eu marquei a nova super-atualização do meu orkut (profile, album, etc), estará no "quem sou eu". espero que gostem.


Eu tentei ser um garoto, eu tentei ser um homem, eu tentei ser uma bagunça, eu tentei ser o melhor, mas eu acho que fiz tudo errado. É por isso que escrevi essa canção. Esse tipo de vida moderna não é pra mim. Então eu fui a um bar, procurando por solidariedade, um pouco de companhia... Eu tentei encontrar um amigo. É bem mais fácil dizer sempre a mesma coisa, mas você é a melhor coisa que já vi .Você não é somente um sonho. Eu tentei estar a frente, eu tentei estar no topo, eu tentei fazer o papel... Mas de alguma forma eu esqueci por que eu fiz tudo isso, e porque eu queria mais. Esse tipo de vida moderna é pra mim? Eu tenho que mudar meu nome? Isso vai me fazer ir longe? Eu devo perder alguns quilos? Foda-se. Eu bebo leite de soja e depois tomo uma dose dupla. Isso penetra no meu corpo, e você sabe que estou satisfeito. Eu dirijo meu Mini Cooper como se fosse o supra-sumo. Eles falam que sou o máximo, e você sabe que estou satisfeito. Eu sei tudo de isótopos, metafísica é uma droga. Mas se tudo isso me trás esperança, você entende que estou satisfeito. Eu quero ter advogado e empresária, uma agente e um cozinheiro. Três babás e uma assistente, um motorista e um jatinho, um treinador e um mordomo, e um guarda-costas. Ou cinco. E um jardineiro e uma estilista. Você acha que me sinto satisfeito? Eu gostaria de expressar meu ponto de vista extremo. Não sou Cristão nem Judeu. Só estou vivendo distante do sonho americano. E acabo de descobrir que as coisas não são o que parecem ser. Eu tenho que mudar meu nome?


Daniel Fernandes ;)



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Olá!
Caso queira falar comigo, pode me encontrar aqui:

MSN: danielfernandes-.-@hotmail.com

Ou deixar um recado no blog, que com certeza eu vou responder. ;)

13 abril, 2009

Poha, eu fico puto com isso.

Corra Baralho ¬¬ 
(c = p, b = c)

Eu fico *uto com o governo até quando eu sei que a culpa não é dele hehehe. Mas é que toda vez que eu saio de um ano letivo, acontece alguma coisa com esse ano. Em 2006, quando eu entrei pro 1° ano, que ia fazer o PSG, eles acabaram com o PSG. Ano passado foi meu 3° ano, o ano do vestibular. E só vão mudar o vestibular esse ano! Custava ter mudado ano passado? Principalmente pq aconteceu o que eu sempre disse que tava acontecendo: eu nao tive 3° ano. Eu tive um cursinho detalhado! Pow, eu ficava chateado pq em pleno 3° ano, cheio de matéria pra estudar, e a gente poderia ter umas aulas práticas, no laboratório de quimica/fisica/biologia, ter excursões como a gente teve pro Araçagi no 2° ano.... Mas não! Não podia ter nada disso, por causa do vestibular. Passei o ano inteiro trancado na sala ouvindo professor chato repetir: vestibular, vestibular, vestibular, vestibular, vestibular, vestibular, vestibular, vestibular, vestibular, vestibular, vestibular, vestibular, vestibular. E o 3° ano mostrou que não tinha muita serventia como ano letivo. Afinal, a gente lá no Dom Bosco (e na maioria dos "bons" colégios) não aprendia a matéria pq ela era importante ou pq ela tinha algum uso que fosse. Era só pq caía no vestibular. Pra que diabo eu tive que decorar cada substancia presente na minha bile? O cara que examina exame de sangue tem que saber,pra isso ele faz curso, eu não! Eu faço jornalismo! Tive que decorar por causa do vestibular. A mesma coisa é 90% da matéria de genética, só baboseira pro vestibular. Tem que saber, tem, óbvio, o que eu to contestando aqui é o detalhamento que o vestibular exigia que a gente soubesse, e que é desnecessário pra um aluno do ensino médio, entendem? Bem, tomara que isso tudo tenha fim. Tomara que a maldita UFMA finalmente acerte em alguma coisa e adote não só o sistema do Enem, mas também o sistema unificado: só o Enem e pronto. O que me matou no vestibular foi essa chatisse de 2ª etapa. Coisa podre. Mas tudo bem, é passado, eu já to mesmo na facul... (ps: adoro minha facul :] ) E, bom, dessa vez vou dar um desconto pro governo federal e falar bem: foi realmente uma ótima ideia. Só falta acabar com as cotas malditas agora, e o ensino no Brasil toma o rumo que tem que tomar ;)

Ah, sim, ontem eu assisti Dragonball. Que descepção! Poxa, eu sempre fui DOIDO por Dragonball, eu lembro  que quando eu era pequeno eu até brigava com a mulher da recepção da escola de natação pra ela mudar da Globo pro Cartoon Network pra eu ver Dragonball. E eles pegam e fazem um filme de 1h de duração? Pow, tudo bem que os personagens tavam muito ao estilo Power Rangers, mas isso aí não atrapalhou muita coisa na historia. É que eles realmente distorceram a historia! Numa cena, falta uma semana pra o fim do mundo, e na cena logo depois só falta 2 dias? Como assim pow? O_O Foi muito resumido. Eles tinham TUDO pra fazer um filme perfeito, inclusive os efeitos foram até bons, a direção de arte foi bem fiel. Mas os roteiristas... Querem entrar em greve de novo, é bandiporra? Vão pra casa da sogra de vcs fazer greve, não descontem nos filmes ¬¬ Já basta a segunda temporada de Heroes ter sido uma merda por causa da greve idiota de vcs. E tenho dito!

beijão pra todo mundo aew :*

01 abril, 2009

Para pessoas, roupas e filmes: paciência.

Aproveitando o post do JoaJoa sobre moda, eu, que sempre tenho um 'causo' da semana pra comentar e relatar aqui no blog, vim falar hoje do domingo. Moda é uma coisa estranha, né? É tão... digamos, desnecessária, que justamente deixa as pessoas cada vez mais estranhas tambem hehe. Domingo teve o bazar do Tropical Shopping. Primeiro, eu tenho que falar que isso é uma sacanagem, porque a maior parte das lojas tava vendendo em promoção só as roupas bem velhas e de números G e GG. Me irritei foi certo com a Iódice, que só botou as piores roupas possiveis pra os clientes, como se a gente fosse comprar qualquer porcaria. Mas o que aconteceu foi o seguinte: estava eu feliz e contente escolhendo roupas na montanha da Hering, quando vieram duas dondocas (isso mesmo, velhas ricas e hipermaquiadas) que queriam a mesma roupa. Resultado: começaram a discutir sobre quem deveria ficar com a roupa. Eu TIVE que parar pra olhar aquilo, porque eu pensei que discutir por algo relativamente abundante comercialmente fosse coisa de Rua Grande, mas parece que é uma força inerente à existencia humana. E como se já não bastasse elas duas alterando a voz, a cara de desespero do pessoal que tava na fila de entrada, com aquela expressão de "se eu nao furar essa fila, meu mundo cai", acabou me instigando a provocar a discordia na loja hehe. Como eu já tava com algumas roupas na mão, resolvi ir até o provador. Vesti e analisei todas elas detalhadamente, sem dar bola pros gritos do pessoal de fora do  provador (na loja só tinha dois). Saí, puxei duas vendedoras e pedi que elas opinassem sobre o que eu vestia e que as duas trouxessem mais roupas parecidas pra analisar. Eu AMO quando me olham com aquele olhar incrédulo de "eu nao acredito que tu vai fazer isso!". Pois metade das clientes que tavam proximas me olhou assim hehehe. Depois de uma hora e 15 min, muita roupa, muito calor e muita paicencia da fila de espera do provador, eu comprei uma bermuda e 3 camisas. Mas a conclusão que eu queria chegar era ver a reação das pessoas diante da situação, que não precisaria ser tão estarrecedora, mas a natureza humana impede que as pessoas sejam racionais. Imagina isso! Numa loja mínima espacialmente, lotada de pessoas, e o pessoal ainda fazendo confusão? Eu TINHA que transformar isso num laboratório social. Frase do domingo: não importa qem seja, as pessoas são mesmo estranhas. E eu aproveito aqui pra agradecer ao Anderson que me acompanhou nesse laboratório dominical com extrema paciencia com meus comentários hehehe. 
Ah, pra não deixar de quebrar o gelo, eu vi filmes nesse fim de semana hehe. Sábado. E o filme é um dos poucos filmes de terror que eu gostei ultimamente: O Orfanato. Cara foi realmente feito com cuidado, esse filme. Tem todos aqueles clichês de filme de terror (porta rangendo do nada, velha louca, coisas que aparecem sem explicação, cenários montanhosos, faról, casa velha). Mas uma coisa eu aprendi nos filmes de terror: mais vale saber usar os elementos básicos do que inovar nesses elementos, quando não se tem certeza da inovação. Muito filme de terror dito inovador não prestou nem um pouco. O roteiro então, é só desculpa pra se botar uma música fúnebre com gente se matando. E cadê a emoção de verdade? E não precisa ter mais uma mensagem? Os filmes tão ficando cada vez mais vazios, só simplismente relatos e dinheiro aplicado em produção de arte.  Poucos se salvam (Watchmen, por favor, melhore seu roteiro e se refaça).  Um dia eu ainda publico aqui uma lista de filmes que eu gostei, e vcs vão ver que concordarão comigo ;).


Aqui vai um vídeo de época de colégio.
SAUDADES ETERNAS :/

Gessyane em: A Barata da Vizinha.

28 março, 2009

Sou contra as cotas SIM! Repito e explico.

Tudo bem para aqueles que disseram que meu post é carregado de preconceitos e “no grito”. Talvez até seja, sim, carregado de "pré-conceitos". O que venho esclarecer é que minhas argumentações se firmam em fatos observados. O programa de cotas pode ser considerado ilegal e fere o artigo 5º da Constituição Federal que diz que “todos são iguais perante a lei, sem distinção de qualquer natureza, garantindo-se aos brasileiros e aos estrangeiros residentes no País a inviolabilidade do direito à vida, à liberdade, à igualdade, à segurança e à propriedade”. A justiça compensatória, base ideológica das cotas, só se justifica se a compensação oferecida (no caso, as cotas) altere palpavelmente a situação. Então essa compensação tem que ser na medida exata para equilibrar as partes, ou seja, a que recebe a compensação (negros) e a aquela a qual se buscou equilibrar (os brancos). Resumindo: brancos e negros têm que ficar iguais, sem exagero em nenhuma das partes, sob pena de desigualarem-se novamente. Só assim haveria justiça na adoção das cotas. Quanto à escola pública, a proposta do programa é boa, mas a forma como ele é aplicado nem tanto. Pra fazer com que os alunos não desistam da escola, os professores são induzidos a não permitir que o aluno seja reprovado, mesmo que não esteja apto pra cursar as matérias do ano seguinte. Além disso, os alunos atrasados dois ou mais anos em relação à série em que deveriam estar tem uma ajudinha do conselho escolar para subir algumas turmas sem nem mesmo cursada-las. Sendo assim, o medo de que o ensino superior pioraria é justificável. Aqueles que participaram do programa desde 1997 já têm idade para prestar o vestibular e usar as cotas para escola pública. Esses alunos que passaram de ano para maquiar as estatísticas do governo não estão preparados para receber uma educação superior. E não estão preparados não só porque receberam uma aprovação mentirosa durante toda a vida, mas sim porque não estão capacitados para acompanhar o ritmo de uma universidade pública de qualidade. Dessa maneira, vai acontecer o mesmo: aqueles que não conseguirem dançar conforme a música serão reprovados, desestimulados e desistirão da faculdade. Se a universidade resolver se adequar ao nível de seus novos alunos, então o nível de seus formandos vai cair. O governo não está preocupado com isso, porque a intenção não é educar com qualidade e sim, adequar-se aos parâmetros mundiais, tomando atitudes que levantem a moral do Brasil a qualquer preço. Com medidas paliativas o problema nunca será resolvido, só protelado. Professora Marla Rodrigues concorda comigo e me inspirou a formar essa opinião. Isso é tudo.


The Pleasure.

[...]


24 março, 2009

O Brasil tá uma merda.

Olhem, eu vou começar o post de hoje falando que desde sábado, uma revolta meio 'do nada' (mas que já é de longas datas) me incomoda. Desculpem utópicos seguidores do (maldito, deixemos claro) governo Lula, mas ele tem feito muito estrago no Brasil, principalmente com o dinheiro público. Chegando logo ao ponto, a minha revolta é com as cotas universitárias. Sábado no ICBEU fizemos (eu e Liane) um seminário e nosso tema foi justamente as cotas. E, sinceramente, eu, que nunca pensei que encontraria uma pessoa inteligente e que fosse a favor das cotas, achei. E logo depois, no domingo, vem Flávio me dizer que eu como futuro jornalista tenho que deixar de ser tão realista. Me poupem todos vocês. Como é que uma pessoa é tão psicopata a ponto de dizer que as cotas são uma forma de melhorar o ensino? De deixar mais democático? Não, as cotas fazem justamente o inverso, destroem o ensino. Sim, porque entram em uma mesma sala de aula pessoas com níveis diferentes de conhecimento. E como fica a aula? Prejudicada é que não vai ficar. A pessoa é que vai se lascar, pq vai ter que estudar em dobro, pelo que tá aprendendo e pelo que deixou de aprender. Eu até relevo as cotas de escola pública, porque realmente o ensino público do país é de dar dó. Mas pra negro? Pra deficiente? Pra índio? Pra PQP! Que eu saiba, a deficiência é dito fisica e não mental. A pessoa tem toda a qualificação genética pra estudar assim como as outras. E pros negros então nem se fala. Eu desde pequeno ouço dizer que o brasileiro é miscigenado (bem, eu nao sou lá a pessoa muito indicada pra falar sobre isso), e que nao cabe ao brasileiro a separação étnica. Tudo bem, pra se defender do racismo não há separação étnica. Mas pra entrar na universidade tem, né? Não é a toa que o brasileiro realmente é conhecido pelo seu 'jeitinho' (lê-se preguiça e desonestidade). Só pq a pessoa é negra, ela tem uma capacidade inferior? Por isso precisa de ajuda do governo? Claro que não! Obvio, todo mundo sabe disso. E detalhe, que pra ser negro tem que ser pobre né? Porque ao ser rico, já não é mais negro, já é branco. Ser negro agora é sinônimo de favelado. Sim, porque na UNB pra entrar na cota de negros tem que ganhar algo inferior a R$ 630,00. Como assim? Se a pessoa é negra e rica, não tem direito? E as pessoas ditas brancas e pobres, que estudam em colégios embora particulares, mas extremamente precários? Não tem direitos? Ou também são "negros"? Se me permitem ser mais direto no meu pensamento, isso é muita palhaçada. E quem paga somos nós, "pobres" estudantes da particular, que cada dia mais vemos nossas chances de entrar na faculdade serem reduzidas. Daqui a pouco ninguém mais entra na faculdade pública, só aqueles receptores do bolsa-familia (outra palhaçada do governo). É, tem muita coisa ainda pra resolver... Tomara que chegue logo 2011, pq se vier mais PT, eu vou NA HORA me mudar daqui do Brasil. Se, como reza a lenda, existe uma serpente em São Luis que afundará a ilha quando despertar, existe também uma serpente que afundará o Brasil, e se chama Dilma. E com ela, todo esse texto vai ser "fichinha" perto dos estragos futurus. Me adota, Angelina? :(

- - -

Ah, sim, tenho um video que eu gravei e quero mostrar pra vcs. Eu tava pensando em fazer parte de meus posts em vídeo, mostrar coisas legais pra vcs em audiovisual, é mais legal do que o tédio de só ler, ler, ler eu falando besteira.
Esse vídeo foi feito como teste pra camera que eu vou usar. E eu já vi que não vai ficar legal com ela, então vou usar outra, quem sabe a da Luh, hehehe ^^.

Beijoos! ;*
Daniel F ~


Confissão:

É incrivel como eu só tenho inspiração pra postar no blog quando eu to ouvindo música no pc. Agora, por exemplo, to ouvindo "Like a Stone" do Audioslave.

19 março, 2009

Britney x Rihanna x Dercy

Aqui tô eu de novo, dessa vez numa súbita vontade de alfinetar alguém, e isso com certeza vai provocar revolta nos fãs leitores de meu blog. É incrivel: Rihanna não consegue ser totalmente agradável. No começo, quando era uma cantorazinha de rap sem grandes brilhos, descontava a chatisse das músicas dançando. Quando descobriram que junta-la com alguns guarda-chuvas tornava-a sexy, ela finalmente nasceu como cantora. Isso eu chamaria de cagada. Desde então ela tem feito ótimas músicas, mas parece que os diretores dos clipes não tem o mesmo cuidado de acompanhar o cuidado com que (eu suponho) sejam feitas as músicas. "Disturbia" parece feito pra servir de plano de fundo do Zapping Zone, da Disney Channel. E "Rehab", que a priori parece ser bem interessante, não carrega nenhuma emoção. Qualquer coisa que vc sinta/pense ao assisti-lo, na verdade acontece por causa da música, e o clipe passa a ser uma mera visualização do Windows Media Player (aquelas coisas estranhas que mudam de cor enquanto ouvimos música). Eu diria que só botaram o Justin ali pra provarem que ele (caridosamente) aceitou ser back-vocal por um dia. Mudando um pouco o cenário, toda hora eu leio alguém comentando "Britney voltará, Britney voltará". Depois de 5 clipes, 2 trabalhos e começo de turnê, graças a deus, já dá pra sentir que ela voltou. Tudo bem, ela fez dois clipes gorda e com cara de bêbada para o "Blackout", mas isso é passado. Womanizer, que é do mesmo diretor de Toxic, usa o mesmo truque do cabelo tri-color, e embora em uma dose menos sexy, ficou muito bom! Mas até agora, sem comparações, o clipe que eu dou nota 10 é o de If You Seek Amy. Desde Do Somethin' que a britney não fazia um clipe tão simples e bom. Gostei bastante ;) E, mudando um pouco de pau pra madeira, o Clodovil morreu mesmo, né? Poxa, a Dercy já se foi e agora ele... Só sobrou o Lula pra ser alvo de piada agora ahuaha. Falando nela, eu li uma piada muito idiota sobre ela hoje: AIUHUAIH

A Dercy Gonçalves vai se hospedar num hotel de luxo e se encanta com o frigobar, todo cheio de botões.
- Porra, que troço sofisticado é esse? - ela pergunta para o carregador. - Como funciona esta merda?
O rapaz coloca as malas dela no corredor e apressa-se em explicar, todo solícito:
- É muito simples. A senhora passa o seu cartão magnético aqui e escolhe a sua opção. Aperte o botão 1, para pegar um refrigerante, o 2 para cigarros, o 3, salgadinhos e assim por diante...
- Caralho!
- É o botão número 7, madame!

AIUHUAIHAIHAIUAHIAUHAIUHAUIHAIUH (...)

pronto, pronto, cabou. 


18 março, 2009

Cá estou eu de novo, dessa vez numa súbita vontade de alfinetar algumas pessoas, e isso com certeza vai provocar revolta nos fãs leitores de meu blog. É incrivel: Rihanna não consegue ser totalmente agradável. No começo, quando era uma cantorazinha de rap sem grandes brilhos, descontava a chatisse das músicas dançando. Quando descobriram que junta-la com alguns guarda-chuvas tornava-a sexy, ela finalmente nasceu como cantora. Isso eu chamaria de cagada. Desde então ela tem feito ótimas músicas, mas parece que os diretores dos clipes não tem o mesmo cuidado de acompanhar o cuidado com que (eu suponho) sejam feitas as músicas. "Disturbia" parece feito pra servir de plano de fundo do Zapping Zone, da Disney Channel. E "Rehab", que a priori parece ser em interessante, não carrega nenhuma emoção. Qualquer coisa que vc sinta/pense ao assisti-lo, na verdade acontece por causa da música, e o clipe passa a ser uma mera visualização do Windows Media Player (aquelas coisas estranhas que mudam de cor enquanto ouvimos música). Eu diria que só botaram o Justin ali pra provarrem que ele (caridosamente) aceitou ser back-vocal por um dia. Mudando um pouco o cenário, toda hora eu leio alguém comentando "Britney voltará, Britney voltará". Depois de 5 clipes, 2 trabalhos e começo de turnê, porque será que ainda fica aquela impressão de que falta algo para a britney verdadeira ressurgir? Tudo bem, ela fez dois clipes gorda e com cara de bêbada para o "Blackout" (isso é passado). Eu achei o

15 março, 2009

Um 'Oi' não é tão simples assim.


Vocês já perceberam como o relacionamento com outras pessoas é uma coisa muito estranha? Ontem meu dia foi bem.. an... social, digamos hehehe. De manhã tive uma aula extra da facul, que aconteceu no reviver. Fomos andando pelas ruas, visitando lugares enquanto a profa explicava um pouco da história do jornalismo (meu curso) maranhense. Não tava presente a turma completa, mas uma quantia suficiente pra que eu, embalado constantemente pelo tédio das explicações vagas da profa, começasse a analisar o próprio comportamento das pessoas hehehe. Deveria ser fácil, né? Bastaria sermos cordiais, e arranjar um bom assunto, e pronto. Muitas pessoas fazem isso na maior naturalidade, inclusive. Coisa que eu, na minha complexidade social idiota, desaprovo hehe. Umas pessoas vieram conversar comigo tão felizes e eu fiquei pensando "que diabos que esse povo tá fazendo falando comigo? eu nem conheço!". Daí eu pensei "mas poderia ser um meio de eu conehcer as pessoas... afinal não dá pra se conseguir amizade de um segundo pro outro, do nada..." Por fim, o passeio acabou fluindo com a turma dividida em grupinhos. Aqui e ali um ia pra panelinha do outro, e vice-versa, mas nunca era a mesma coisa de se estar com a "sua" panelinha. O que faz essas panelinhas criarem um vinculo de intimidade entre se que fecha a passagempra novos integrantes? Primeiro, pensei no lado financeiro hehe (sempre ele). Mas depois eu pensei que nao, pensei em idéias e interesses semelhantes entre os integrantes dos grupinhos. Será se isso realmente existe?... Eu sempre fui adepto daquele pensamento que diz que nós somos o numero de pessoas que conhecemos (ou seja, pra cada pessoa, nós somos uma pessoa diferente). Então eu resolvi que seria mais ou menos igual com todo mundo. Seguindo o dia, fui pra aula de inglês a tarde. Daí eu entrei e resolvi botar em prática o que tinha pensado antes, e outras novidades: é impossivel fazer isso. Talvez comigo seja, porque eu tenho o péssimo hábito de guardar a primeira impressão como a forma definitiva de ver a pessoa. E 90% não me dão boas impressões hehehehe pensem em fazer um trabalho em grupo com pessoas que vc se força a gostar de aturar a pessoa falando no seu ouvido de 2 às 5 da tarde? Não, não que aconteça sempre e com todo mundo, é só um exemplo hehe. Acabou o dia e eu continuei pensando esse monte de abobrinhas e nao conseguia obter muitas respostas... talvez quem sabe eu ainda procure na internet mais leituras sobre isso hehe. O dia terminou na festa de Victor, que foi muito muito muito boa =D e pra esquecer todas essas questões, dá-lhe cerveja ;) Então venho agora e pergunto a vcs, leitores? Vcs acompanharam o que eu tentei pensar durante o sábado? E o que vcs acham? hehehe. (ai, que tema chato! eu sei. proximo post eu volto a falar sobre música.) Vo voltar ali pra cama pra curtir mais um pouco minha ressaca. Beijos ;*


PS¹:  Special Kisses:
~ Tatah (te amoooooooooooooooooooooooooooooooooooooo, saudades :( )
~ Rennis (meu comapnheiro de tantas festaaas, ele MERECE um SK aqui hj!)
~ Gabi Yumi (pq é mto fofa HUAHAUHA)

PS²: carteira de motorista chegandoo!

NA FOTO
em pé: marcinho, vinicius, victor. sentados: diego e eu.