01 maio, 2009
Confissão da Pista de Dança
Contato
22 abril, 2009
13 abril, 2009
Poha, eu fico puto com isso.
01 abril, 2009
Para pessoas, roupas e filmes: paciência.
28 março, 2009
Sou contra as cotas SIM! Repito e explico.
Tudo bem para aqueles que disseram que meu post é carregado de preconceitos e “no grito”. Talvez até seja, sim, carregado de "pré-conceitos". O que venho esclarecer é que minhas argumentações se firmam em fatos observados. O programa de cotas pode ser considerado ilegal e fere o artigo 5º da Constituição Federal que diz que “todos são iguais perante a lei, sem distinção de qualquer natureza, garantindo-se aos brasileiros e aos estrangeiros residentes no País a inviolabilidade do direito à vida, à liberdade, à igualdade, à segurança e à propriedade”. A justiça compensatória, base ideológica das cotas, só se justifica se a compensação oferecida (no caso, as cotas) altere palpavelmente a situação. Então essa compensação tem que ser na medida exata para equilibrar as partes, ou seja, a que recebe a compensação (negros) e a aquela a qual se buscou equilibrar (os brancos). Resumindo: brancos e negros têm que ficar iguais, sem exagero em nenhuma das partes, sob pena de desigualarem-se novamente. Só assim haveria justiça na adoção das cotas. Quanto à escola pública, a proposta do programa é boa, mas a forma como ele é aplicado nem tanto. Pra fazer com que os alunos não desistam da escola, os professores são induzidos a não permitir que o aluno seja reprovado, mesmo que não esteja apto pra cursar as matérias do ano seguinte. Além disso, os alunos atrasados dois ou mais anos em relação à série em que deveriam estar tem uma ajudinha do conselho escolar para subir algumas turmas sem nem mesmo cursada-las. Sendo assim, o medo de que o ensino superior pioraria é justificável. Aqueles que participaram do programa desde 1997 já têm idade para prestar o vestibular e usar as cotas para escola pública. Esses alunos que passaram de ano para maquiar as estatísticas do governo não estão preparados para receber uma educação superior. E não estão preparados não só porque receberam uma aprovação mentirosa durante toda a vida, mas sim porque não estão capacitados para acompanhar o ritmo de uma universidade pública de qualidade. Dessa maneira, vai acontecer o mesmo: aqueles que não conseguirem dançar conforme a música serão reprovados, desestimulados e desistirão da faculdade. Se a universidade resolver se adequar ao nível de seus novos alunos, então o nível de seus formandos vai cair. O governo não está preocupado com isso, porque a intenção não é educar com qualidade e sim, adequar-se aos parâmetros mundiais, tomando atitudes que levantem a moral do Brasil a qualquer preço. Com medidas paliativas o problema nunca será resolvido, só protelado. Professora Marla Rodrigues concorda comigo e me inspirou a formar essa opinião. Isso é tudo.
25 março, 2009
24 março, 2009
O Brasil tá uma merda.
- - -
Ah, sim, tenho um video que eu gravei e quero mostrar pra vcs. Eu tava pensando em fazer parte de meus posts em vídeo, mostrar coisas legais pra vcs em audiovisual, é mais legal do que o tédio de só ler, ler, ler eu falando besteira.
Esse vídeo foi feito como teste pra camera que eu vou usar. E eu já vi que não vai ficar legal com ela, então vou usar outra, quem sabe a da Luh, hehehe ^^.
Beijoos! ;*
Daniel F ~
Confissão:
19 março, 2009
Britney x Rihanna x Dercy
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- Porra, que troço sofisticado é esse? - ela pergunta para o carregador. - Como funciona esta merda?
O rapaz coloca as malas dela no corredor e apressa-se em explicar, todo solícito:
- É muito simples. A senhora passa o seu cartão magnético aqui e escolhe a sua opção. Aperte o botão 1, para pegar um refrigerante, o 2 para cigarros, o 3, salgadinhos e assim por diante...
- Caralho!
- É o botão número 7, madame!
18 março, 2009
15 março, 2009
Um 'Oi' não é tão simples assim.

Vocês já perceberam como o relacionamento com outras pessoas é uma coisa muito estranha? Ontem meu dia foi bem.. an... social, digamos hehehe. De manhã tive uma aula extra da facul, que aconteceu no reviver. Fomos andando pelas ruas, visitando lugares enquanto a profa explicava um pouco da história do jornalismo (meu curso) maranhense. Não tava presente a turma completa, mas uma quantia suficiente pra que eu, embalado constantemente pelo tédio das explicações vagas da profa, começasse a analisar o próprio comportamento das pessoas hehehe. Deveria ser fácil, né? Bastaria sermos cordiais, e arranjar um bom assunto, e pronto. Muitas pessoas fazem isso na maior naturalidade, inclusive. Coisa que eu, na minha complexidade social idiota, desaprovo hehe. Umas pessoas vieram conversar comigo tão felizes e eu fiquei pensando "que diabos que esse povo tá fazendo falando comigo? eu nem conheço!". Daí eu pensei "mas poderia ser um meio de eu conehcer as pessoas... afinal não dá pra se conseguir amizade de um segundo pro outro, do nada..." Por fim, o passeio acabou fluindo com a turma dividida em grupinhos. Aqui e ali um ia pra panelinha do outro, e vice-versa, mas nunca era a mesma coisa de se estar com a "sua" panelinha. O que faz essas panelinhas criarem um vinculo de intimidade entre se que fecha a passagempra novos integrantes? Primeiro, pensei no lado financeiro hehe (sempre ele). Mas depois eu pensei que nao, pensei em idéias e interesses semelhantes entre os integrantes dos grupinhos. Será se isso realmente existe?... Eu sempre fui adepto daquele pensamento que diz que nós somos o numero de pessoas que conhecemos (ou seja, pra cada pessoa, nós somos uma pessoa diferente). Então eu resolvi que seria mais ou menos igual com todo mundo. Seguindo o dia, fui pra aula de inglês a tarde. Daí eu entrei e resolvi botar em prática o que tinha pensado antes, e outras novidades: é impossivel fazer isso. Talvez comigo seja, porque eu tenho o péssimo hábito de guardar a primeira impressão como a forma definitiva de ver a pessoa. E 90% não me dão boas impressões hehehehe pensem em fazer um trabalho em grupo com pessoas que vc se força a gostar de aturar a pessoa falando no seu ouvido de 2 às 5 da tarde? Não, não que aconteça sempre e com todo mundo, é só um exemplo hehe. Acabou o dia e eu continuei pensando esse monte de abobrinhas e nao conseguia obter muitas respostas... talvez quem sabe eu ainda procure na internet mais leituras sobre isso hehe. O dia terminou na festa de Victor, que foi muito muito muito boa =D e pra esquecer todas essas questões, dá-lhe cerveja ;) Então venho agora e pergunto a vcs, leitores? Vcs acompanharam o que eu tentei pensar durante o sábado? E o que vcs acham? hehehe. (ai, que tema chato! eu sei. proximo post eu volto a falar sobre música.) Vo voltar ali pra cama pra curtir mais um pouco minha ressaca. Beijos ;*